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	<title>Economia e Finanças Fáceis</title>
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	<description>Espaço destinado à economia sem mistérios em sua essência e efeitos no dia-a-dia. Visitantes encontrarão auxílio, conscientização e livre pensamento.</description>
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		<title>Economia e Finanças Fáceis</title>
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		<title>Brasil – Uma perspectiva para 2010 (Update Dez/09)</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 20:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Byrro Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Expectativas de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa focus]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o último post no dia 14/10 sobre as expectativas de mercado (até 09/10) para a economia brasileira no ano que vem, tivemos algumas evoluções do que será da economia do Brasil em 2010.
De acordo com a pesquisa das expectativas do mercado, realizada junto à  do Banco Central do Brasil (BCB) com expectativas até 04/12, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1247&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Desde o <a href="http://financasfaceis.wordpress.com/2009/10/14/brasil_perspectiva_2010-2/" target="_blank">último post</a> no dia 14/10 sobre as expectativas de mercado (até 09/10) para a economia brasileira no ano que vem, tivemos algumas evoluções do que será da economia do Brasil em 2010.</p>
<div id="attachment_1250" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/pib_total_mediana_091204.png" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-1250 " title="PIB_Total_mediana_091204" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/pib_total_mediana_091204.png?w=150&#038;h=65" alt="" width="150" height="65" /></a><p class="wp-caption-text">PIB Total (Expectativa de Mercado) </p></div>
<p style="text-align:justify;">De acordo com a <a href="http://www4.bcb.gov.br/?FOCUSERIES" target="_blank">pesquisa das expectativas do mercado</a>, realizada junto à  do Banco Central do Brasil (BCB) com expectativas até 04/12, o cenário para 2010 vai se confirmando num cenário positivo para a economia como um todo. O <span style="color:#0000ff;"><strong>PIB em 2010</strong></span> já caminha para ter um crescimento mais forte do que o de 2008 (5,2% crescimento). Até 04/12, segundo as expectativas, o resultado esperado era de 5% de crescimento para o ano que vem, 0,2% maior do que a 2 meses e 1,5% acima da expectativa de 5 meses atrás. As projeções para 2011 já começam a ser alteradas também, caminhando para um patamar de 4,5% de crescimento, que parece ser o ritmo esperado até 2013, segundo as expectativas (4,25% em 2012 e 4,3% em 2013). Porém, até lá, ainda tem muita coisa para acontecer.</p>
<div id="attachment_1253" class="wp-caption alignright" style="width: 124px"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/pib_setores_mediana_091204.png" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-1253 " title="PIB_setores_mediana_091204" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/pib_setores_mediana_091204.png?w=114&#038;h=150" alt="" width="114" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">PIB Setores (Expectativa de Mercado) </p></div>
<p style="text-align:justify;">A indústria deve puxar mais fortemente o PIB em 2010, uma vez que teve forte contração em 2009, como um todo. O <span style="color:#0000ff;"><strong>PIB da indústria </strong></span>total aponta para recuo de -4,51% esse ano mas para recuperação de 5,35% em 2010, acima da taxa de crescimento de 2008. Nesse ritmo, 2010 estaria já num patamar positivo de 0,6%  de crescimento sobre 2008. Apesar disso, a produção industrial está caindo 7,7% esse ano e conta com expectativa de crescimento de 6,9% no ano que vem, que, sobre 2008, ainda é 1,3% menor em 2010.  O <span style="color:#0000ff;"><strong>PIB da agropecuária</strong><strong> </strong></span>também foi prejudicado em 2009, principalmente porque o Brasil é um grande exportador de commodities agrícolas, com peso importante para os grãos. Em 2010, os mercados compradores não apenas de grãos, mas também de carnes bovinas, suínas e frangos, assim como seus derivados já devem crescer em ritmos mais acelerados. Como a perspectiva de mercado sempre foi em ter um ano de 2009 ruim e 2010 um ano de recuperação, a expectativa do PIB da agropecuária não teve grandes variações em 2010, ao longo do tempo. Por fim, o <span style="color:#0000ff;"><strong>PIB de Serviços</strong> </span>não chegou a sofrer tanto em 2009, pois tanto o nível de emprego e renda no país não foram fortemente afetados, no geral. O forte impacto do recuo do PIB em 2009 foi puxado pelo medo e desespero de alguns setores da indústria que da noite pro dia cortaram a produção industrial em 20%, 30% até 50%, tanto no Brasil quanto no exterior. Em 2010, espera-se um PIB de serviços de 4%.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda em relação ao PIB, <em><span style="color:#ff0000;"><strong>minha expectativa pessoal é de um crescimento em 2010 mais perto de 6%</strong></span></em>. As expectativas apresentadas acima podem, devem e vão sofrer alterações ou revisões importantes nas próximas semanas. Ainda essa semana temos a divulgação do PIB do 3° tri de 2009, resultado do COPOM, que deve manter a taxa de juros inalterada e na próxima semana a ATA do COPOM, que deve sinalizar a visão sobre a aceleração da atividade econômica e da inflação do BCB. Contudo, mesmo no caso de uma avaliação negativa quanto ao cenário de política monetária, serão necessários muitos argumentos negativos, já que 2010 é um ano eleitoral. Nesse sentido, não vão faltar esforços políticos e financeiros do atual governo para garantir mais 4 anos no poder.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns dos pontos que devem estar na pauta política/executiva de 2010, com objetivo de estimular a atividade econômica no país, são as já adotadas reduções de impostos, sobretudo IPI, para setores escolhidos pelo processo do &#8220;<em>joquempô&#8221;, </em> uma vez que a crise parece ter sido superada já. Ainda a receita extra de impostos sobre capital estrangeiro de curto prazo pode se tornar mais popular no próximo ano, com o argumento de proteger o real da especulação e forte valorização, dando continuidade aos debates de &#8220;câmbio de equilíbrio&#8221;, que viria a beneficiar todo o setor exportador do país. O aumento do funcionalismo público e salários devem dar mais um &#8220;boost&#8221; na economia do país. Por mais que alguns desses itens acima sejam prejudiciais para o país, principalmente no que concerne as contas públicas e a sustentabilidade fiscal, o importante é a permanência do PT no poder (importante para o PT, não para a nação nem para mim).</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1258" style="border:1px solid black;margin:1px;" title="bomba-atomica-1" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/bomba-atomica-1.jpg?w=114&#038;h=85" alt="" width="114" height="85" />Que venha 2010, o PIB deve bombar, as contas públicas devem explodir e, no final do ano, soltaremos rojões para Dilma. Mas se Dilma não ganhar, as bombas e estouros de 2010 vão mesmo é mutilar um possível governo tucano até a copa do mundo no Brasil. Os problemas da reforma fiscal, previdência, perda de credibilidade e eficiência de agencias reguladoras que contribuem para o ambiente institucional no país, o inchaço da máquina pública, as inúmeras obras irregulares e inacabadas do PAC e gastos sociais mal administrados devem estar na agenda na gestão do próximo presidente. <strong>Mas 2010 vai ser bom!</strong></span></p>
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		<title>O Colapso: Crepúsculo em Páscoa (I)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 19:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Byrro Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Colapso]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[colonização]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Páscoa]]></category>

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		<description><![CDATA[ O capítulo sobre a Ilha de Páscoa é, na minha visão, um dos mais representativos do livro, no sentido que, os habitantes da ilha viveram, desenvolveram uma sociedade mas mantiveram-se quase todo o tempo isolados de qualquer contato com outros povos que  coexistiram com eles. Pensemos nos posts a seguir no Planeta Terra como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1120&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/rapa_nui.png" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1139" style="border:1px solid black;margin:1px;" title="Ilha de Páscoa" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/rapa_nui.png?w=150&#038;h=106" alt="rapa_nui" width="150" height="106" /></a> O capítulo sobre a <strong>Ilha de Páscoa </strong>é, na minha visão, um dos mais representativos do livro, no sentido que, os habitantes da ilha viveram, desenvolveram uma sociedade mas mantiveram-se quase todo o tempo isolados de qualquer contato com outros povos que  coexistiram com eles. Pensemos nos posts a seguir no Planeta Terra como um todo como sendo representado pela Ilha de Páscoa e como impactos ambientais e sociais podem causar drásticas alterações nos modos de vida.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/rapanui_l7_03jan01.jpg" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-1140 alignright" style="border:1px solid black;margin:1px;" title="Ilha de Páscoa" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/rapanui_l7_03jan01.jpg?w=150&#038;h=106" alt="" width="150" height="106" /></a>Inicialmente, o mais importante é localizar a Ilha de Páscoa. A Ilha está a mais de 3.700km da costa do Chile e mais de 2.000km das Ilhas Pitcairn, de onde provavelmente vieram os primeiros moradores de Páscoa. A viagem hoje demora em torno de 5 horas partindo do Chile, demorava 17 dias de barco no século 17, quando foi descoberta pelos europeus (partindo das ilhas mais distantes da Polinésia) e, provavelmente, mais alguns dias com as canoas polinésias (<span style="color:#ff0000;">“</span><span style="color:#ff0000;"><em>&#8230;n</em><em>o que diz respeito aos seus barcos, estes são ruins e frágeis, pois suas canoas são construídas com pequenas pranchas de madeira leve, que espertamente unem umas às outras com fios muito finos e retorcidos, feitos com a planta campestre acima mencionada.</em></span><span style="color:#ff0000;">”</span> &#8211; Jacob Roggeveen, explorador holandês que avistou a ilha no Domingo de Páscoa, em 5 de abril de 1722).</p>
<p style="text-align:justify;">A localização da ilha garante um clima subtropical  que é mais frio do que os padrões das outras ilhas da Polinésia. Assim, algumas plantas tropicais, como o coco (que são importantes no resto da Polinésia) ,não estavam presentes na ilha quando os primeiros moradores chegaram e o oceano ao redor é frio demais para a formação de recifes de coral, restringindo a quantidade de peixes e moluscos que vivem entre os corais, reduzindo então a disponibilidade de alimentos variados para a população. Apesar da consistir em um ilha vulcânica (com 3 vulcões presentes na ilha), com lava chegando a cobrir mais de 95% do território (que levaria a crer na fertilidade do solo), qualquer precipitação infiltra-se rapidamente no solo vulcânico e poroso da ilha,  limitando os suprimentos de água potável. As chuvas atingem precipitação média de apenas 1.300 mm, onde em outras ilhas atinge até 4.000 mm/ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Acredita-se que “<strong><em>os polinésios sabiam como identificar uma ilha muito antes que esta se tornasse visível, a partir da observação de bandos de aves marinhas que se afastavam em um raio de até 160 quilômetros da terra para se alimentarem</em></strong>”. Acredita-se que os polinésios atingi­ram a Ilha de Páscoa por volta do ano 900 d.C, por datações radiocarbônicas (<!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--><!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&quot;Tabela normal&quot;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:&quot;&quot;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --> <!--[endif]-->através de amostras de carvão e de ossos de golfinhos que serviram de alimento para seres humanos, extraídas das mais antigas camadas arqueológicas que oferecem prova de presença humana).</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#ff0000;">“Os próprios pascoenses têm uma lenda que diz que o líder da expedição que povoou a sua ilha foi um chefe chamado <strong>Hotu Matu&#8217;a </strong>(&#8220;o Grande Pai&#8221;), que navegava em uma ou duas grandes canoas, com esposa, seis filhos e seus familiares.”</span></em></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1236" class="wp-caption alignleft" style="width: 79px"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/moai_rano_raraku.jpg" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-1236 " style="border:1px solid black;margin:1px;" title="Moai_Rano_raraku" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/moai_rano_raraku.jpg?w=69&#038;h=93" alt="" width="69" height="93" /></a><p class="wp-caption-text">Moai</p></div>
<p style="text-align:justify;">Os maiores mistérios da ilha de Páscoa, contudo, não são relativos à sua colonização mas ao MOAI&#8217;s. O que são? Porque foram construídos tantos Moais (887 ao todo) na ilha ? Como eles foram transportados ao longo da ilha? Para entender isso é necessário também se perguntar como essa sociedade se desenvolveu? Como era organizada social e politicamente? O que aconteceu com a população da ilha? Por que não existiam árvores ali? Todas essas perguntas serão respondidas e analisadas nos próximos posts referentes à Páscoa.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/24/o-colapso-vii/" target="_self">&lt;&lt; post anterior </a></p>
<blockquote>
<blockquote>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:652px;width:1px;height:1px;">os polinésios atingi­ram</div>
</blockquote>
</blockquote>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/financasfaceis.wordpress.com/1120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/financasfaceis.wordpress.com/1120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/financasfaceis.wordpress.com/1120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/financasfaceis.wordpress.com/1120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/financasfaceis.wordpress.com/1120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/financasfaceis.wordpress.com/1120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/financasfaceis.wordpress.com/1120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/financasfaceis.wordpress.com/1120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/financasfaceis.wordpress.com/1120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/financasfaceis.wordpress.com/1120/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1120&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ouro e prata</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 23:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Massera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro e Prata]]></category>

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		<description><![CDATA[Estariamos passando por um momento unico na historia da humanidade onde veremos a maior transferencia de riqueza da historia. Aqueles que possuirem ouro e prata serão os vitoriosos. É assim que Michael Maloney apresenta a atualidade e de forma bastante objetiva defende seu ponto de vista com argumentos muito consistentes.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1224&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/como-investir-em-metais-preciosos.jpg"></a><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/como-investir-em-metais-preciosos1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1226" title="como investir em metais preciosos" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/como-investir-em-metais-preciosos1.jpg?w=150&#038;h=150" alt="" width="150" height="150" /></a>A maior transferência de riqueza da historia. É assim que Michael Maloney descreve o momento atual em seu livro &#8220;Como investir em metais preciosos&#8221;, da coleção Pai Rico Pai Pobre.</p>
<p>De forma bastante objetiva dividindo o livro entre Ontem, Hoje e Amanhã ele apresenta seus argumentos de que estaríamos vivendo em um momento único na historia da humanidade em que haverá uma transferência imensa de riqueza para aqueles que possuirem ouro e prata fisicamente.</p>
<p>Usando a história como pano de fundo, mostra que a base monetária em dólar vem se expandindo rapidamente e que logo ele sucumbirá como reserva de valor. Neste ponto devo concordar que há grandes possibilidades do dólar continuar se enfraquecendo frente ao gigantesco défit americano financiado com emissão descabida de dólares para &#8220;salvar&#8221; os bancos e a economia. De fato, há uma preocupação do que ocorrerá com a economia quando o FED começar a retirar toda esta montanha de liquidez injetada para evitar o colapso economico do império americano.</p>
<p>Os argumentos de Maloney são bem consistentes e indicam que devemos comprar ouro e prata AGORA. Destaca ainda uma preferência por prata, principalmente porque este metal anda relegado ao segundo plano e quando se lembraram dele seu preço explodirá.</p>
<p>Pessoalmente, acredito que os metais preciosos continuarão a se apreciar consideravelmente em decorrência da fraqueza do dólar e da busca das pessoas e dos bancos centrais por ativos que substituam em alguma medida o dólar como reserva de valor. Em toda a historia da humanidade o ouro e prata cumpriram bem este papel. Exemplo disto foi a compra recente do Banco Central da India de 200 toneladas de ouro ao preço de 6,7 bilhões de dólares.</p>
<p>O ouro vem batendo recordes dia após dia, já sendo cotado a mais de USD 1.200 dólares por onça troy. Já estaria sobrevalorizado? De acordo com Maloney não. É possível que alcance patamares acima de USD 6.000 em um curto espaço de tempo. Mas o mais importante não é o preço em si mas o valor que o ouro representa. Quantos bens poderiamos comprar com os metais preciosos. Para ele, se o dólar de fato se enfraquecer ou sucumbir, MUITOS. E a transferencia de riqueza estará concretizada.</p>
<p>Que pese um certo exagero como a &#8220;maior transferencia de riqueza da história&#8221;, os argumentos apresentados por Maloney vem sendo reforçados pela recente escalada do ouro e da prata. Aqueles que acreditam no mesmo que ele deveriam comprar ouro e prata o quanto antes. Confesso que começo a considerar a possibilidade de alocar partes dos meus recursos em metais preciosos.</p>
<p>Se voce quer comprar o livro de Michael Maloney, acesse o submarino clicando <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21602171?franq=274067">AQUI</a></p>
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			<media:title type="html">Bruno Massera</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">como investir em metais preciosos</media:title>
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	</item>
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		<title>Sustentabilidade ou Fatalidade? (II)</title>
		<link>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/12/03/alocacao-de-recursos-ii/</link>
		<comments>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/12/03/alocacao-de-recursos-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 19:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Byrro Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[recusros naturais]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o último post sobre esse tema (&#8220;Sustentabilidade ou Fatalidade?&#8220;), me deparei com um exercicio simples mas que pode levar a conclusões bastante importantes.
Com o objetivo de responder às questões propostas  pelo historiador Ronald Wright em 2004, (Massey lectures – “A Short History of Progress“) e divulgado pela Galileo       [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1205&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Segundo o último post sobre esse tema (&#8220;<a href="http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/30/alocacao-de-recursos/" target="_blank">Sustentabilidade ou Fatalidade?</a>&#8220;), me deparei com um exercicio simples mas que pode levar a conclusões bastante importantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o objetivo de responder às questões propostas  pelo historiador <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ronald_Wright" target="_blank">Ronald Wright </a>em 2004, (Massey lectures – “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Short_History_of_Progress" target="_blank"><em>A Short History of Progress</em></a>“) e divulgado pela Galileo           Educational Network (<a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/easterisland.pdf" target="_blank">arquivo original</a> em inglês), criei um arquivo e fiz, por conta, algumas modificações:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333399;">Perguntas:</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#333399;">1 – Sabendo que as atividades 2 e 3 nunca são escolhidas, como cresce a população da Ilha de Páscoa? Em quantos anos a ilha perde suas florestas?</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#333399;">2 – Sabendo que a atividade 3 nunca é escolhida, qual o número máximo de Moais que podem ser criados antes do fim dos recursos?</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#333399;">3- Qual a produção máxima de Moais, de maneira sustentável?</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#333399;">4 – Qual a população máxima que pode existir na ilha sem a construção de Moais e de maneira sustentável?</span></em></p>
<p style="text-align:justify;">Para responder essas perguntas, segue o arquivo em excel:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://13199472779926350619-a-g.googlegroups.com/web/Ilha+de+P%C3%A1scoa.xls?gda=au0aFkoAAABri269OxLMK7-wiaxp2YeAlGaMGbV3HcsrfN01KgEemITzh8GGM_hkejntxAFGygaMD7dBUFbjDY4ePBTPORgB_e3Wg0GnqfdKOwDqUih1tA&amp;gsc=t55NrRYAAAA9ojmP9J4HZuhlK8nBRYP3xLvg5J8DkvikzuC_7TuOSg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1211 alignnone" style="border:1px solid black;margin:1px;" title="excel_icon" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/excel_icon.gif?w=25&#038;h=25" alt="" width="25" height="25" /></a><a href="http://13199472779926350619-a-g.googlegroups.com/web/Ilha+de+P%C3%A1scoa.xls?gda=au0aFkoAAABri269OxLMK7-wiaxp2YeAlGaMGbV3HcsrfN01KgEemITzh8GGM_hkejntxAFGygaMD7dBUFbjDY4ePBTPORgB_e3Wg0GnqfdKOwDqUih1tA&amp;gsc=t55NrRYAAAA9ojmP9J4HZuhlK8nBRYP3xLvg5J8DkvikzuC_7TuOSg" target="_blank">Ilha de Páscoa</a></p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, incluí o que estou chamando de &#8220;Consumo de recursos por Atividade&#8221;. No sentido que: caso a atividade de fazer barcos gaste 2 unidades ao invés de 1 unidade de madeira, os recursos se esgotarão mais rápido; caso a construção de Moai&#8217;s gaste mais recursos, os recursos também se esgotarão mais rapido; e, caso o reflorestamento consiga recuperar mais arvores, os recursos poderão atingir um novo nível de &#8220;ótimo&#8221; de utilização sustentável.</p>
<p style="text-align:justify;">A técnologia envolvida nos processos/atividades e a alocação que fazemos dos nossos recursos podem vir a ser sustentáveis&#8230;.. e também podem vir a nos destruir. Em todos os casos onde se esgotam os recursos na Ilha de Páscoa, a população está fadada ao extermínio! Será esse o futuro da humanidade? Será que o que aconteceu na Ilha de Páscoa não é representativo do que pode vir acontecer com o planeta Terra?</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/financasfaceis.wordpress.com/1205/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/financasfaceis.wordpress.com/1205/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/financasfaceis.wordpress.com/1205/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/financasfaceis.wordpress.com/1205/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/financasfaceis.wordpress.com/1205/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/financasfaceis.wordpress.com/1205/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/financasfaceis.wordpress.com/1205/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/financasfaceis.wordpress.com/1205/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/financasfaceis.wordpress.com/1205/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/financasfaceis.wordpress.com/1205/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1205&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Guilherme Byrro</media:title>
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		<title>Painel Político</title>
		<link>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/12/01/painel-politico/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Byrro Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse blog surgiu com o intuíto de exercitar o livre pensamento econômico, opiniões, críticas e elogios, dicas e sugestões.
Na mesma linha, surgiu o blog Agnóstico Político. O blog conta com a contribuição dos autores Flávio e Guilherme, autores deste blog.
Sobre o Blog: “Simplesmente política. Blog para discussão sobre a política nacional, política nas nossas vidas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1197&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Esse blog surgiu com o intuíto de exercitar o livre pensamento econômico, opiniões, críticas e elogios, dicas e sugestões.</p>
<p style="text-align:justify;">Na mesma linha, surgiu o blog <a href="http://oagnosticopolitico.wordpress.com/" target="_blank">Agnóstico Político</a>. O blog conta com a contribuição dos autores <a href="http://financasfaceis.wordpress.com/autores/" target="_blank">Flávio </a>e <a href="http://financasfaceis.wordpress.com/autores/" target="_blank">Guilherme</a>, autores deste blog.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sobre o Blog:</strong> <a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/aristoteles.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1199" style="border:0 none;margin:1px;" title="aristoteles" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/aristoteles.jpg?w=76&#038;h=90" alt="" width="76" height="90" /></a><em>“Simplesmente política. Blog para discussão sobre a política nacional, política nas nossas vidas e políticas por aí. Da ciência do governo das nações até o modo de haver-se em assuntos particulares para se obter o que deseja. No fim, vemos que existe política em praticamente tudo. E não necessariamente da pior estirpe. As opiniões expostas serão sempre pessoais e apartidárias.”</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/financasfaceis.wordpress.com/1197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/financasfaceis.wordpress.com/1197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/financasfaceis.wordpress.com/1197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/financasfaceis.wordpress.com/1197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/financasfaceis.wordpress.com/1197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/financasfaceis.wordpress.com/1197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/financasfaceis.wordpress.com/1197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/financasfaceis.wordpress.com/1197/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/financasfaceis.wordpress.com/1197/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/financasfaceis.wordpress.com/1197/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1197&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Guilherme Byrro</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/12/aristoteles.jpg?w=251" medium="image">
			<media:title type="html">aristoteles</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Sustentabilidade ou Fatalidade?</title>
		<link>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/30/alocacao-de-recursos/</link>
		<comments>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/30/alocacao-de-recursos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Byrro Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha de Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[recusros naturais]]></category>

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		<description><![CDATA[Em linha com a série especial de posts sobre o livro &#8220;O Colapso&#8221; de Jared Diamond, o próximo capítulo a ser comentado se refere à Ilha de Páscoa. Numa pesquisa rápida para poder, não apenas comentar o livro, mas, também, adicionar informações novas e relevantes para quem está acompanhando, me deparei com um exercicio simples [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1161&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Em linha com a série especial de <a href="http://financasfaceis.wordpress.com/category/topicos-especiais/sustentabilidade-topicos-especiais/o-colapso-sustentabilidade-topicos-especiais-topicos-especiais/" target="_blank">posts</a> sobre o livro &#8220;<a href="http://financasfaceis.wordpress.com/2009/09/20/o_colapso_i/" target="_blank">O Colapso</a>&#8221; de Jared Diamond, o próximo capítulo a ser comentado se refere à Ilha de Páscoa. Numa pesquisa rápida para poder, não apenas comentar o livro, mas, também, adicionar informações novas e relevantes para quem está acompanhando, me deparei com um exercicio simples que foi proposto pelo historiador <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ronald_Wright" target="_blank">Ronald Wright </a>em 2004, (Massey lectures &#8211; &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/A_Short_History_of_Progress" target="_blank"><em>A Short History of Progress</em></a>&#8220;) e divulgado pela Galileo           Educational Network (<a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/easterisland.pdf" target="_blank">arquivo original</a> em inglês). A grande lição que fica é a mesma que todos economistas aprender no seu primeiro dia de faculdade: &#8220;&#8230;<em>the science which studies human behaviour as a relationship between ends and scarce means which have alternative uses</em>&#8221; (Lionel Robbins &#8211; 1932 essay), onde Scare (escassez, em inglês) significa que os recursos disponíveis são insuficientes para satisfazer todas as necessidades e desejos (wikipedia).</p>
<p style="text-align:justify;">Abaixo segue o <span style="color:#333399;"><strong>EXERCÍCIO </strong></span>em português:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Após uma viagem épica pelas águas do Pacífico, os catamarãs polinésios  chegaram  em Rapa Nui (a &#8220;Ilha Grande&#8221; também conhecida como &#8220;Ilha de Páscoa&#8221;) a aproximadamente 1.500 anos. A ilha era uma paraíso de  palmeiras e lagos nas crateras de vulcões já extintos.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">Rapa Nui (Ilha de Páscoa) tem aproximadamente 160km² (60 milhas quadradas) de florestas de palmeiras e tem início com  chegada de um (1) grupo de polinésios. A cada 100 anos (1 turno) é possível alterar a alocação dos grupos de habitantes entre as atividades que seguem abaixo. Cada grupo pode ser alocado apenas uma atividade:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/polynesian-canoe.jpg" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-1170 alignleft" style="border:1px solid black;margin:1px;" title="polynesian-canoe" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/polynesian-canoe.jpg?w=150&#038;h=127" alt="" width="150" height="127" /></a>1 -</strong> <strong>Construção de Barcos de Pesca</strong> (<em>Building fishing boats</em>): Essa atividade consegue sustentar um grupo de pessoas pelos próximos 2 turnos (200 anos). A população da ilha cresce ou se reduz de acordo com a disponibilidade de alimento. Por exemplo, 3 grupos de pessoas alocados na construção de barcos no 6°turno e mais 2 grupos alocados nessa atividade no 7° turno permitiram 5 (3+2) grupos de pessoas no 8° turno.  <span style="color:#ff0000;"><em>Contudo, a construção de barcos de pesca durante 100 anos (1 turno) requer o corte de 1 milha quadrada (aproximadamente 2,7 km²) da floresta de palmeiras.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/moai-easter-island.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1168" style="border:1px solid black;margin:1px;" title="moai-easter-island" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/moai-easter-island.jpg?w=150&#038;h=114" alt="" width="150" height="114" /></a>2 &#8211; Construção de Moai </strong>(<em>Erecting Moai</em>): Os polinésios acreditavam que seriam abençoados por seus ancestrais, sendo os próprios Moais representativos dos antigos chefes polinésios. Por isso construíam Moais, que variavam de 3 a 12 metros de altura, podendo chegar a mais de 80 toneladas. As estatuas eram esculpidos em rochas vulcânicas da ilha e eram transportadas em cima de toras de madeira até plataformas de pedra chamadas de ahu, para as cerimônias. <span style="color:#333399;"><span style="color:#ff0000;"><em>A construção e transporte dos Moais durante 100 anos (1 turno) requer o corte de 1 milha quadrada (aproximadamente 2,7 km²) da floresta de palmeiras.</em></span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/palm_trees.jpg" target="_blank"><img class="size-thumbnail wp-image-1176 alignleft" style="border:1px solid black;margin:1px;" title="Palm_Trees" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/palm_trees.jpg?w=150&#038;h=112" alt="" width="150" height="112" /></a><strong>3 &#8211; </strong><strong>Reflorestamento </strong>(<em>Sing, dance and hug the trees</em>): Consideremos que essa atividade é a que cuida do reflorestamento da ilha, de pessoas conscientes que sabem que os recursos são escassos e por isso investem tempo e trabalho para plantação de mais árvores (melhor do que assumir que cantando, dançando e abraçando as árvores, elas vão crescer mais. E não, eu não acredito em psicologia das árvores). <span style="color:#ff0000;"><em>A cada 100 anos (1 turno) essa atividade consegue recuperar 1 milha quadrada (aproximadamente 2,7 km²) da floresta de palmeiras.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><em>Exemplo:</em></span></p>
<p><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/exemplo.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-1178 alignnone" style="border:0 none;margin-top:1px;margin-bottom:1px;" title="exemplo" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/exemplo.png?w=500&#038;h=165" alt="" width="500" height="165" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sabendo disso, seguem as perguntas do exercício:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">1 &#8211; Sabendo que as atividades 2 e 3 nunca são escolhidas, como cresce a população da Ilha de Páscoa? Em quantos anos a ilha perde suas florestas?</p>
<p style="text-align:justify;">2 &#8211; Sabendo que a atividade 3 nunca é escolhida, qual o número máximo de Moais que podem ser criados antes do fim dos recursos?</p>
<p style="text-align:justify;">3- Qual a produção máxima de Moais, de maneira sustentável?</p>
<p style="text-align:justify;">4 &#8211; Qual a população máxima que pode existir na ilha sem a construção de Moais e de maneira sustentável?</p>
<p style="text-align:justify;">Outras inúmeras perguntas poderiam ser feitas, mas essas já nos trazem uma visão do que pode ter acontecido na Ilha de Páscoa antes mesmo de conhecer a história. Apenas como curiosidade, os números  reais apontam para existência de 887 Moais em Páscoa e estimativas de população que variam entre 10.000 e pouco mais de 30.000 pessoas no seu ápice, dependendo da fonte.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/financasfaceis.wordpress.com/1161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/financasfaceis.wordpress.com/1161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/financasfaceis.wordpress.com/1161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/financasfaceis.wordpress.com/1161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/financasfaceis.wordpress.com/1161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/financasfaceis.wordpress.com/1161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/financasfaceis.wordpress.com/1161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/financasfaceis.wordpress.com/1161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/financasfaceis.wordpress.com/1161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/financasfaceis.wordpress.com/1161/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1161&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Guilherme Byrro</media:title>
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			<media:title type="html">polynesian-canoe</media:title>
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			<media:title type="html">moai-easter-island</media:title>
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			<media:title type="html">Palm_Trees</media:title>
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			<media:title type="html">exemplo</media:title>
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	</item>
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		<title>Transparente como chumbo</title>
		<link>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/27/transparente-como-chumbo/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Samara Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[contribuinte]]></category>
		<category><![CDATA[gasto público]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência]]></category>

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		<description><![CDATA[Sob o pretexto de acelerar as obras para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o governo está agindo para dar mais poder ao Infraero na forma de menos exigências para licitações em obras de reformas nos aeroportos.
Pelo jeito aquele discurso de &#8220;fazer tudo na maior transparência em respeito ao dinheiro público&#8221; já [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1157&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Sob o pretexto de acelerar as obras para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o governo está agindo para dar mais poder ao Infraero na forma de menos exigências para licitações em obras de reformas nos aeroportos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pelo jeito aquele discurso de &#8220;fazer tudo na maior transparência em respeito ao dinheiro público&#8221; já nasceu utópico. Vale acrescentar que o próprio Infraero foi descrito, na CPI do Apagão Aéreo no Senado em 2007, como um &#8220;antro de corrupção&#8221;. Além de ter diversas contas rejeitadas pelo TCU devido às suspeitas de superfaturamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje o Infraero, amanhã qual será? Esta justificativa deverá ser utilizada até a exaustão para esvaziar os poderes do TCU, foco de tanta ira já declarada pelo mandatário máximo do país. Isto atenta contra as instituições tão importantes para evitar o desperdício de dinheiro público e manter um mínimo de eficiência e qualidade nos serviços prestados pelo Estado.</p>
<p style="text-align:justify;">E conhecendo a famosa inoperância administrativa e incompetência operacional do atual governo em obras de infra-estrutura, o resultado poderá ser um bordão pior que o malufista: rouba e não faz.</p>
<p style="text-align:justify;">Novamente, quem sofre é o contribuinte. Segue a matéria na <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u658359.shtml">Folha</a>. Enjoy.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/financasfaceis.wordpress.com/1157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/financasfaceis.wordpress.com/1157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/financasfaceis.wordpress.com/1157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/financasfaceis.wordpress.com/1157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/financasfaceis.wordpress.com/1157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/financasfaceis.wordpress.com/1157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/financasfaceis.wordpress.com/1157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/financasfaceis.wordpress.com/1157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/financasfaceis.wordpress.com/1157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/financasfaceis.wordpress.com/1157/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1157&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Flávio</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Refletindo sobre a concentração de bares em São Paulo</title>
		<link>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/26/refletindo-sobre-a-concentracao-de-bares-em-sao-paulo/</link>
		<comments>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/26/refletindo-sobre-a-concentracao-de-bares-em-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:18:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Samara Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Curva de Indiferença]]></category>
		<category><![CDATA[Demanda]]></category>
		<category><![CDATA[Oferta]]></category>

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		<description><![CDATA[Em uma conversa casual com uma nutricionista, foi ventilado um estudo feito por profissionais desta área sobre a concentração de bares em São Paulo. A conclusão do estudo era que os bairros caracterizados por um menor poder aquisitivo, apresentavam o maior número de bares em suas regiões. O restante da conversa foi de esforço em encontrar uma razão econômica [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1113&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Em uma conversa casual com uma nutricionista, foi ventilado um estudo feito por profissionais desta área sobre a concentração de bares em São Paulo. A conclusão do estudo era que os bairros caracterizados por um menor poder aquisitivo, apresentavam o maior número de bares em suas regiões. O restante da conversa foi de esforço em encontrar uma razão econômica para isto.</p>
<p style="text-align:justify;">Felizmente, a teoria econômica possui uma ferramenta perfeita para o serviço: a curva de indiferença. Nada mais é do que dispor dois bens diferentes em que o indivíduo deve optar por certa quantidade entre ambos. As diferentes combinações destes dois bens resultam na chamada curva de indiferença, em que a satisfação material da pessoa (ou sua utilidade) é indiferente para com outras combinações que compõe a curva. Existem diversas curvas de indiferença no mesmo gráfico, demonstrando que a quantidade total de bens pode variar diante de mudanças na renda disponível da pessoa ou pelos preços dos produtos. Abaixo segue um exemplo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/imagem2.jpg"><img class="size-full wp-image-1126    aligncenter" title="Curva de Indiferença" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/imagem2.jpg?w=238&#038;h=222" alt="" width="238" height="222" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Não acredito que seja necessário descrever a natureza que é a atividade de um bar. Ou boteco, para os mais íntimos. Apenas clamo pelo fantasma de Adam Smith para relembrar a lei da oferta e da demanda. Se existe uma alta concentração de bares, é porque existe uma demanda que vai de encontro com esta oferta de estabelecimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, aí chegou o momento que me segurou por mais tempo que pensava. Mesmo quem não é frequentador já pode imaginar que os produtos etílicos vendidos nestes estabelecimentos são mais caros do que se fossem adquiridos, digamos, em um supermercado. Razões são diversas, como custos comuns do setor de serviços (salários de funcionários, aluguel, etc.) que acabam incidindo no preço final do produto vendido, também o menor poder de barganha do vendedor com o fornecedor (diferente de uma cadeia de supermercados) e também o mini-monopólio que o bar detêm (se seus amigos escolheram aquele lugar, você está sujeito aos preços de um único vendedor).</p>
<p style="text-align:justify;">Então, considerando o menor poder aquisitivo e a escolha entre os bens &#8220;bar&#8221; ou &#8220;supermercado&#8221;, faria mais sentido os indivíduos optarem por uma maior quantidade de &#8220;supermercado&#8221;, não justificando a maior demanda de bares nessas regiões em particular. Maior sentido faria se houvesse a concentração nos bairros de maior poder aquisitivo, teoricamente falando. </p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, como diria o Criador, houve a luz. Talvez o escopo em que o bem &#8220;bar&#8221; estava sendo retratado estava muito pouco abrangente para a situação real. O ato de ir a um bar não pode ser visto somente pelo ponto de vista de tomar umas. Também é uma atividade social e se encaixa como uma opção de lazer. Então além de comparar o bem &#8220;bar&#8221; com o bem &#8220;supermercado&#8221;, que seria simplesmente igualar ofertantes de bebidas, pode-se também comparar o bem &#8220;bar&#8221; com o bem &#8220;cinema&#8221;, considerando ambos como ofertantes de lazer. A escolha por &#8220;cinema&#8221; se deve pela referência que este possui como opção acessível de lazer. Aí a curva de indiferença consegue explicar a concentração de bares.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao optar pelo bem &#8220;cinema&#8221;, o indivíduo está sujeito a pagar uma entrada próxima de R$ 20 em São Paulo. Visto que este é o preço médio que se encontra nas grandes redes como Cinemark e Kinoplex. Ao mesmo tempo, uma garrafa de cerveja de 1 litro pode ser comprada por menos que R$ 5. Conheço um lugar em que vendem a Original e Serramalte por R$ 3,90 , mas não vem ao caso neste post. Abaixo pode-se ver uma representação gráfica das escolhas de um indivíduo onde ele opta por uma maior quantidade do bem &#8220;Bar&#8221; em detrimento do bem &#8220;Cinema&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/imagem.jpg"><img class="size-full wp-image-1124  aligncenter" title="Curva de Indiferença (Cinema x Bar)" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/imagem.jpg?w=238&#038;h=222" alt="" width="238" height="222" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Havendo este padrão de preferências nos bairros de menor poder aquisitivo, justifica a existência de uma maior oferta do bem &#8220;Bar&#8221; em reposta a esta demanda.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/financasfaceis.wordpress.com/1113/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/financasfaceis.wordpress.com/1113/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/financasfaceis.wordpress.com/1113/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/financasfaceis.wordpress.com/1113/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/financasfaceis.wordpress.com/1113/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/financasfaceis.wordpress.com/1113/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/financasfaceis.wordpress.com/1113/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/financasfaceis.wordpress.com/1113/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/financasfaceis.wordpress.com/1113/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/financasfaceis.wordpress.com/1113/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1113&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Curva de Indiferença</media:title>
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		<media:content url="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/11/imagem.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Curva de Indiferença (Cinema x Bar)</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O Colapso: Desafios de Montana, EUA (IV)</title>
		<link>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/24/o-colapso-vii/</link>
		<comments>http://financasfaceis.wordpress.com/2009/11/24/o-colapso-vii/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Byrro Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Colapso]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Além dos problemas de Montana discutidos nos posts anteriores ( “I”, “II”, “III”), outros problemas menores são discutidos no livro. Os problemas de erosão do solo, introdução de novas espécies ao ambiente, salinização da água e mudanças climáticas são melhor vistos em outros exemplos, mas afetam Montana de maneira razoável.
A erosão do solo pode estar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1087&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Além dos problemas de Montana discutidos nos posts anteriores ( “<a href="http://financasfaceis.wordpress.com/2009/10/04/o_colapso_iv/" target="_self">I</a>”, “<a href="http://financasfaceis.wordpress.com/2009/10/11/o_colapso_v/" target="_self">II”</a>, “<a href="http://financasfaceis.wordpress.com/2009/10/25/o_colapso_vi/" target="_self">III</a>”), outros problemas menores são discutidos no livro. Os problemas de <strong>erosão do solo</strong>, <strong>introdução de novas espécies </strong>ao ambiente, <strong>salinização da água </strong>e <strong>mudanças climáticas </strong>são melhor vistos em outros exemplos, mas afetam Montana de maneira razoável.</p>
<p style="text-align:justify;">A <strong>erosão do solo </strong>pode estar associada a várias práticas não sustentáveis: a plantação de macieiras no Vale Bitterroot, uma vez lucrativa, absorve maiores quantidades de nitrogênio que o ambiente naturalmente possa repor, de maneira prejudicial à qualidade do solo para futuras plantações; os fazendeiros que compraram um pedaço de terra por um preço que ela não vale tentam recuperar o dinheiro através de praticas intensivas de cultivo ou pastoreio, assim como arrendatários de terra que tem um tempo delimitado para explorar a terra, destruindo também assim aquilo que é a fonte de riqueza.</p>
<p style="text-align:justify;">A <strong>salinização </strong>é um outro evento que fragiliza o solo em Montada. Esse é um processo tem como consequência o acumulo de sal no solo e mananciais subterrâneos, que pode decorrer devido à praticas erradas de irrigação e retirada da cobertura vegetal natural. A salinização pode fazer aumentar a pressão osmótica do solo, por exemplo, dificultando às raízes absorver a água do solo. Outro processo que pode intensificar a salinização (ou infiltração salina) é um tipo de método industrial de extração do metano para obter esse gás das jazidas de carvão. Esse método consiste em fazer buracos no carvão e bombear a água para trazer o gás para superfície, que resulta também na dissolução de outros sais presentes no carvão.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;"><em>“(&#8230;) quando um fazendeiro limpa a vegetação nativa para praticar agricultura de alqueive &#8211; na qual um produto com colheita anual como o trigo é plantado durante um ano e, então, a terra é deixada des­cansando durante o ano seguinte &#8211; não há raízes para absorver a água da chuva durante o ano de pousio. A água da chuva se acumula no solo, en­charcando-o abaixo da camada de raízes, e dissolve os sais ali armazena­dos, que então afloram à região das raízes à medida que sobe o nível da água. Como o leito de pedras é impermeável, a água salgada não penetra profundamente no subsolo, mas emerge em algum lugar mais abaixo como uma infiltração salina. O resultado é que as plantações crescem menos, ou não crescem, tanto na terra alta onde surgiu o problema quanto na área mais abaixo onde emergiu a infiltração.”</em></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_711" class="wp-caption alignleft" style="width: 167px"><a href="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/10/glacier_national_park_location.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-711" title="Glacier_National_Park_location" src="http://financasfaceis.files.wordpress.com/2009/10/glacier_national_park_location.jpg?w=157&#038;h=105" alt="" width="157" height="105" /></a><p class="wp-caption-text">Parque Nacional de Glacier</p></div>
<p style="text-align:justify;">As <strong>mudanças climáticas </strong>também afetam bastante Montana.  Como consequência, todo sistema de irrigação e abastecimento de água dos rios e aquíferos é comprometida, uma vez que a água vem do derretimento natural das geleiras durante o verão. O Parque Nacional de Glacier foi visitado por naturalistas em fins do século XIX, pela primeira vez, onde foram constatadas 150 geleiras, muito mais do que as 35 que são contabilizadas agora e em tamanho bem reduzido ao anterior, indicando que, nesse ritmo, o Parque Nacional de Glacier, até 2030, não terá mais geleiras. Uma <a href="http://nrmsc.usgs.gov/files/norock/products/GCC/RepeatPhoto_pairs_WebPDF.ppt" target="_blank">apresentação</a> (90Mb) do <a href="http://www.usgs.gov/" target="_blank">U.S. Geological Survey</a> apresenta diversas fotos do “antes” e “depois”, uma comparação de cenários de Montana, no Parque Nacional de Glacier, todos eles com claras evidências do aquecimento global e dos seus impactos num ambiente que é de fácil acesso à cientistas e naturalistas. A disponibilidade de água torna-se um problema ainda maior quando a &#8220;oferta&#8221; de água está indicando contração e a &#8220;demanda&#8221; por parte de moradores e, sobretudo, novos moradores e agricultores (que precisam de mais água para irrigar um clima mais seco) têm crescido.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, a <strong>introdução de novas espécies </strong>(ou perda de espécies nativas), como aconteceu em Montana, também podem levar a grandes problemas ambientais e  econômicos. Peixes como a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cutthroat_trout" target="_blank">truta &#8220;garganta-cortada&#8221;</a>, a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bull_trout" target="_blank">truta boi</a>, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arctic_grayling" target="_blank">tímalo do Ártico</a> são hoje peixes raro em Montana devido a vários problemas, dentre eles a introdução das truta &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rainbow_trout" target="_blank">arco-íris</a>&#8220;,  trutas do córrego, trutas marrom, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lake_trout" target="_blank">truta do lago </a>e do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Esox" target="_blank">peixe lúcio</a>, os últimos 2 sendo predadores de outros peixes e introduzido ilegalmente por pescadores que gostavam de pescar esses peixes. Doenças trazidas com peixes de outras partes do globo também contribuem para reduzir a população de peixes em Montana.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, as ervas daninhas também são citadas no livro, algumas dessas são plantas que secretam substancias químicas, destruindo outras plantas nativas e se reproduzem rapidamente, outras estendem suas raízes por alguns metros no solo, absorvendo muito mais água do que as plantas nativas,  prejudicando assim todo um equilíbrio ambiental. As soluções para combater essas ervas daninhas passam por &#8220;<em>arrancar es­pécimes, aplicar herbicidas, mudar o uso de fertilizantes, liberar insetos e fungos inimigos delas, provocar pequenos incêndios controlado</em>&#8220;, prejudicando ainda mais o solo de Montana, a vida selvagem, as atividades de agricultura e as de pastoreio.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">“</span><em><span style="color:#333399;">Assim, a aparentemente imaculada Montana na verdade sofre de sérios problemas ambientais envolvendo rejeitos tóxicos, florestas, solos, água, mudanças climáticas, perdas de biodiversidade e introdução de pragas. Todos esses problemas se traduzem em problemas econômicos e explicam por que a economia de Montana vem declinando nas últimas décadas a um ponto em que aquele que outrora foi um dos estados mais ricos dos EUA é agora um dos mais pobres.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#333399;">Se ou como tais problemas serão resolvidos dependerá das atitudes e valores dos seus moradores. Mas a população de Montana está se tornando cada vez mais heterogênea e não consegue chegar a um acordo sobre o meio ambiente e o futuro de seu estado.</span></em><span style="color:#333399;">”</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Não é tão difícil extrair outros exemplos no Brasil (como a região da Amazônia, Pantanal ou Mata Atlântica) e no mundo que tenham uma conclusão muito diferente dessa de Montana.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong><em>“Se ou como tais problemas serão resolvidos dependerá das atitudes e valores dos seus moradores. ”</em></strong></span></p>
</blockquote>
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			<media:title type="html">Guilherme Byrro</media:title>
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		<title>Economia da Energia</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 01:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Massera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Infra Estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma breve reflexão de uma economia baseada na energia (elétrica)<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=financasfaceis.wordpress.com&blog=7270828&post=1093&subd=financasfaceis&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">Ainda que o nome me remeta a uma disciplina optativa da graduação a motivação deste texto foi o &#8220;apagão&#8221; energético da noite passada que deixou a maior cidade do país, décima do mundo (em breve seremos mais ricos do que Paris) às escuras. Não tenho a intenção de discutir os motivos técnicos que culminaram com a falta de energia em diversos estados e que afetou até o vizinho Paraguai. Já ouvi sobre pane em Itaipu, problemas na transmissão, atentado venezuelano e até uma tempestade solar. Passado o fato, para nós, não importa mais o motivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Como não havia absolutamente nada a ser feito na escuridão da noite de uma terça-feira, comecei a refletir sobre nossa dependência energética. Vez ou outra quando o preço do petroleo vai às alturas, discute-se como nossa dependência do ouro negro influencia nossas vidas. Que sem ele a vida seria muito dificil ou cara. Verdade. Mas já imaginaram se não houvesse mais energia elétrica? Imaginei ontem.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem petróleo, o transporte de pessoas e mercadorias ficaria bastante comprometido. Além de dificuldades na produção de tudo que depende de seus derivados. Mas e sem energia elétrica? A vida seria impossível como a conhecemos. Os geradores não aguentariam mais que algumas horas e toda uma sociedade baseada na informação e comunicação entraria em colapso. Ontem, depois de algum tempo não recebia mais mensagens e nem conseguia efetuar ligações. Internet? Nem pensar. Desligamos os aparelhos eletrônicos da tomada e pela manhã a geladeira estava quase descongelada. Eu estava em casa no notebook na hora, mas imaginem quem estava na rua e tinha que pegar onibus ou metro. Quem trabalha na Zona Oeste e mora na Zona Leste, com os semaforos desligados ou em pane. CAOS!</p>
<p style="text-align:justify;">Resumindo: não há vida moderna sem energia elétrica. Como não houve investimentos nos primeiros anos de governo Lula, não é a toa que estão incentivando a construção de termelétricas. Querem evitar o apagão geral no Brasil. Espero que o apagão de ontem sirva de lição para o que pode acontecer se o setor elétrico for deixado de lado ao casuísmo político.</p>
<p style="text-align:justify;">Se antes já sugeria o posicionamento, ainda que defensivo, em alguma empresa do setor elétrico (minhas preferidas são CPFL e Tractebel), agora ficou evidente que manter-se posicionado no setor é uma questão estratégica.</p>
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			<media:title type="html">Bruno Massera</media:title>
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